Querida leitora,
vamos falar sobre amores platônicos?? O amor platônico é um sentimento baseado numa idealização que se faz a respeito de outra pessoa. Se você não tem convívio, intimidade, cumplicidade e amizade com alguém, não tem como você desenvolver um sentimento de amor. Isso porque o amor não é algo visual. Visual é a atração, a paixão, o tesão. O amor é algo que reúne os 5 sentidos numa harmoniosa sintonia. Amor requer oportunidade para nascer e tempo para crescer. Amar é compartilhar, vivenciar, dividir, experimentar.... não se pode amar alguém com quem não se compartilha nada. Não existe troca e consequentemente, conhecimento.
O que você está passando é uma idealização de que aquela pessoa é e pode lhe dar tudo que o amor tem a lhe oferecer, mas a realidade é que você nem sabe ao certo quem é o seu objeto de desejo. É muito comum confundir amor com paixão, com desejo, com carência....com diversos sentimentos de dependência e necessidade.
Isso acontece porque o primeiro contato que temos com o amor é o contato com nossos pais. Eles nos amam e amamos a eles, na maioria das vezes, numa relação normal entre pais e filhos. O problema é que além de amarmos nossos pais, também precisamos deles. Daí, carregamos a ideia de amor e dependência num nível tão próximo desde pequenas. Assim, acabamos por levar esta ideia errônea de amor para nossos relacionamentos.
Pais que realmente amam seus filhos tentam extirpar essa dependência o mais cedo possível, pois liberdade é a maior prova de amor que se pode oferecer a alguém. Quanto mais tarde cortamos nosso cordão umbilical, maior tendência temos em idealizar relações amorosas em situações diversas da vida. Isso acontece porque temos a necessidade de nos mantermos sempre protegidos, como se a vida fosse uma constante ameaça e que precisássemos sempre de proteção.
Cara amiga, veja o que se passa em seu coração e o que se passa em seu dia-a-dia. Compare o real e o imaginário....depois, transfira essa comparação para sua situação com esse rapaz que você idealiza. Com certeza, não é o que você imagina. Descubra-se primeiro para depois se permitir descobrir as outras pessoas. Você só poderá amar de verdade quando descobrir sua capacidade de se amar primeiro.
Espero que você consiga compreender a diferença entre amar alguém e amar uma imagem que se faz de alguém. Um beijo pra ti e muita paz.
Isso acontece porque o primeiro contato que temos com o amor é o contato com nossos pais. Eles nos amam e amamos a eles, na maioria das vezes, numa relação normal entre pais e filhos. O problema é que além de amarmos nossos pais, também precisamos deles. Daí, carregamos a ideia de amor e dependência num nível tão próximo desde pequenas. Assim, acabamos por levar esta ideia errônea de amor para nossos relacionamentos.
Pais que realmente amam seus filhos tentam extirpar essa dependência o mais cedo possível, pois liberdade é a maior prova de amor que se pode oferecer a alguém. Quanto mais tarde cortamos nosso cordão umbilical, maior tendência temos em idealizar relações amorosas em situações diversas da vida. Isso acontece porque temos a necessidade de nos mantermos sempre protegidos, como se a vida fosse uma constante ameaça e que precisássemos sempre de proteção.
Cara amiga, veja o que se passa em seu coração e o que se passa em seu dia-a-dia. Compare o real e o imaginário....depois, transfira essa comparação para sua situação com esse rapaz que você idealiza. Com certeza, não é o que você imagina. Descubra-se primeiro para depois se permitir descobrir as outras pessoas. Você só poderá amar de verdade quando descobrir sua capacidade de se amar primeiro.
Espero que você consiga compreender a diferença entre amar alguém e amar uma imagem que se faz de alguém. Um beijo pra ti e muita paz.
Andy
